Dopamina e a busca por novidade: por que o novo excita tanto
O cérebro adora imprevisível e se acostuma com o repetido. Entender a habituação evita confundir tédio com incompatibilidade.
O cérebro adora imprevisível e se acostuma com o repetido. Entender a habituação evita confundir tédio com incompatibilidade.
Boa parte do interesse se comunica sem palavra nenhuma. O que os estudos mostram sobre tom de voz, contato visual e sincronia de movimentos.
Boa parte da produção hormonal acontece enquanto se dorme. Apneia, insônia e turnos cobram um preço que costuma ser atribuído à relação.
Tempo médio, diferenças entre pessoas, fingimento e a tal lacuna do prazer: o que a pesquisa mostra e o que é só folclore.
Repetir o mesmo tipo de parceiro raramente é coincidência. Família de origem, apego e exposição explicam boa parte da escolha.
A euforia do começo é química cara demais para durar. O que substitui e por que o vínculo estável não é um prêmio de consolação.
Perfume promete muito, a ciência entrega menos e o cheiro natural entrega mais do que parece. O que os estudos realmente mostram sobre olfato e atração.
Doze fatos sobre desejo, sono, cheiro, riso e toque que saíram do achismo e ganharam explicação científica, além do que ainda segue em aberto.
Muita gente acha que perdeu a libido quando na verdade tem desejo responsivo. O modelo circular explica por que a vontade costuma aparecer depois do estímulo.
Dopamina, noradrenalina e ocitocina explicam a euforia do começo e a calma do apego. Entenda as fases da atração e por que a paixão inicial não dura para sempre.